
Primeiro, a gestante conta o que aconteceu durante o mês e o obstetra esclarece se as alterações são normais ou não. Depois, vem o exame físico, para avaliar o peso, a pressão arterial e o edema (inchaço que costuma ocorrer nas pernas e nos pés da grávida). Para acompanhar o desenvolvimento da gestação, o obstetra mede a altura do fundo uterino e, na maioria das vezes, também faz ultra-sonografias no próprio consultório. São cerca de dez consultas: uma por mês até o segundo trimestre, e a cada 15 dias nos últimos três meses. No último mês, os encontros podem ser semanais.
Segundo a ética médica, deve ser uma relação extremamente pessoal. Para que a gestação transcorra de forma saudável, a grávida precisa confiar no médico, assim como o médico precisa que a paciente conte tudo que acontece. Vale tudo, até telefonar ao menor sinal de mal-estar. Um pequeno sinal pode significar muito. Costumo dizer às pacientes que o que é normal para elas, pode não ser normal para mim, e vice-versa. Quando o obstetra dá pouca importância se a paciente diz que está sentindo algo anormal, seja dor, sangramento, perda de líquido ou vômitos excessivos. Ou ainda quando o obstetra não deixa com a gestante telefones de contato.
Segundo a ética médica, deve ser uma relação extremamente pessoal. Para que a gestação transcorra de forma saudável, a grávida precisa confiar no médico, assim como o médico precisa que a paciente conte tudo que acontece. Vale tudo, até telefonar ao menor sinal de mal-estar. Um pequeno sinal pode significar muito. Costumo dizer às pacientes que o que é normal para elas, pode não ser normal para mim, e vice-versa. Quando o obstetra dá pouca importância se a paciente diz que está sentindo algo anormal, seja dor, sangramento, perda de líquido ou vômitos excessivos. Ou ainda quando o obstetra não deixa com a gestante telefones de contato.
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