Como escolher a melhor maternidade


Escolher a maternidade é uma das decisões mais importantes que você vai tomar durante a gravidez. São inúmeros detalhes para ficar de olho e muitas perguntas para fazer.

*Ainda que você tenha adorado a primeira maternidade que visitou, veja uma segunda opção. Primeiro para ter certeza que aquela é a melhor. Depois, é possível que o local escolhido esteja lotado no dia do nascimento do seu bebê e é bom ter um plano B.

*Saber que o lugar onde sua amiga fez o parto era ótimo pode ser um bom indicativo, assim como a sugestão do seu obstetra. Afinal, ele já está acostumado a trabalhar ali com a equipe. Acima de tudo, o ambiente tem que parecer seguro e agradável para você.

*Verifique se o plano cobre a maternidade que você quer antes de ir visitá-la. Economiza tempo e esforço – e quanto menos cansaço com um barrigão, melhor. Se tiver um OK, confira tudo o que está incluso (e o que não está) na cobertura do convênio:

-opções para alívio da dor durante o trabalho de parto (cromoterapia e hidromassagem),

-procedimentos de parto (médico e equipe),

-escolha do quarto (em alguns casos a suíte é paga à parte),

-se a UTI adulto e neonatal estão inclusas,

-bem como os exames da mãe (coleta de sangue e ultrassom) e do bebê (teste do pezinho ampliado,
-triagem auditiva),

-consultas com outros especialistas durante a internação e até as refeições do seu acompanhante. Se o obstetra é particular e você escolheu um hospital do plano de saúde, acerte o valor do parto e da equipe com o seu médico diretamente e confirme com o convênio o valor do reembolso.

*É um dos itens mais importantes. A maternidade deve ter uma equipe multidisciplinar composta por :

-obstetra,

-neonatologista

- anestesista – de plantão 24 horas, com pronto-atendimento clínico e obstétrico.

São fundamentais:

- laboratório de análises clínicas,

-diagnósticos por imagem (ultrassonografia e tomografia computadorizada)

- bancos de sangue e de leite.

O ideal é que tenha um cartório dentro da maternidade.

É importante saber quais os recursos oferecidos para os pais com filhos na UTI, como:

- sala de descanso, método mãe/pai-canguru, l

-actários

-apoio psicológico.

Não faz diferença você ter seu bebê em uma maternidade ou em um hospital que tenha maternidade. O importante é que o local possua uma boa infraestrutura para qualquer tipo de emergência e UTI adulto e neonaltal. Não esqueça de pedir para ver os certificados de qualidade (internacionais ou nacionais) que cada um possui.

* O rigor com a identificação dos visitantes deve se estender à mãe e ao bebê na alta (a pulseira de ambos deve ser checada na saída). Quando for fazer a visita, observe como é monitorada a movimentação do recém-nascido. É fundamental ter seguranças ou câmeras. O bebê só pode circular pelos corredores do hospital com alguém da equipe do berçário – nem o pai pode.

*Existem várias opções que podem dar a você mais conforto no parto normal. Há salas de pré-parto conhecidos como labor delivery room (LDR), mais espaçosas, com estrutura para anestesia e outros procedimentos e equipamentos que aliviam a dor e estimulam o parto, como banheira e cromoterapia.
Alguns hospitais permitem que familiares fiquem nessas salas. Na hora H, é preciso eleger um acompanhante. O parto pode ser realizado lá ou em um centro cirúrgico, vai depender do hospital e do médico. Alguns locais cobram uma taxa sobre a roupa cirúrgica usada pelo acompanhante. Se você quer que uma doula (acompanhante de parto) esteja presente, certifique-se de que é possível.
Veja ainda se você pode amamentar logo depois que o bebê nascer e se o pai pode dar o primeiro banho.

*O local deve ser:

- amplo,

-limpo,

-com berços aquecidos,

-aparelhos de fototerapia,

-oxigênio e equipe de médicos e enfermagem especializados.

Há maternidades que contam com um berçário central, já outras mantêm um em cada andar, e assim você fica mais perto do bebê. Outra opção a ser observada é o alojamento conjunto, quando o recém-nascido passa a maior parte do tempo no quarto com os pais.
É importante ver a disponibilidade da equipe de enfermagem tanto para auxiliar você com os cuidados com o bebê (como na troca de fraldas ou no banho) quanto para tirar suas dúvidas sobre a amamentação.
A quantidade de profissionais no berçário varia de acordo com o número de bebês no local. A equipe mínima é composta por três pessoas:

-uma técnica,

-uma auxiliar de enfermagem

-uma enfermeira para coordenar a equipe.

*Além de limpos e com mobília conservada os quartos, devem ser amplos o suficiente para ter:

-uma cadeira de amamentação,

-espaço para receber visitas

-um lugar para o acompanhante dormir.

É melhor se tiver um lavabo, ou pelo menos uma pia, logo na entrada do quarto para “lembrar” as visitas de lavarem as mãos antes de pegar o bebê.
Verifique se há ar-condicionado e se as janelas podem ser abertas – se crianças forem visitar você, por exemplo, é melhor que elas não consigam abri-las. Em alguns casos, existe a possibilidade de pedir por uma suíte com ante-sala, que dá privacidade à mãe e ao bebê (veja o custo adicional). Pergunte se há cofre com senha no quarto para guardar seus pertences, frigobar, TV e sistema de internet.

*Faça o caminho da sua casa até o hospital no fim de semana e estime quanto tempo a mais gastaria se o trânsito estivesse ruim. Marque também rotas alternativas. Se ficar longe demais da sua casa ou trabalho, talvez não seja uma boa opção.


5º mês



17ª semana

Com 100g, o bebê agora mede 12cm.
Uma camada de gordura subcutânea (tecido adiposo) se forma para controle de temperatura do bebê, mas a pele continua translúcida.
O bebê boceja e já tem impressões digitais. A barriga da mamãe está bem arredondada. A partir dessa semana é possível sentir o bebê mexer.
Devido ao aumento da pressão sanguínea, poderá haver sangramentos em gengivas e nariz da mamãe. Não se assuste.


18ª semana

O bebê mede entre 12 e 14cm e pesa quase 150g.
Ele escuta seus batimentos cardíacos e os barulhos que o sangue faz ao correr pelo cordão umbilical e um pouco mais para frente escutará tudo o que a mamãe falar.
As retinas se tornam sensíveis à luz e os ovários das meninas já estão diferenciados. O ideal é que a mamãe tenha ganhado cerca de uns 5kg.
Os movimentos do bebê serão sentidos mais fortes. O útero está 2 cm abaixo do umbigo.

19ª semana

O comprimento do bebê deve variar entre 13 e 15cm e pesar 200g.
Nessa fase de gravidez, os sistemas circulatório, digestivo e urinário funcionam integralmente. O bebê muda de posição e responde a estímulos externos como luz e som.
Os dentes começam a se desenvolver. Nessa semana (ou na próxima) já é hora de fazer um outro ultra-som, o morfológico, para ver tamanho e peso do bebê, idade gestacional e verificar como está coração, placenta e cordão umbilical.
O peso extra pode afetar na postura da mulher que já não fica com a coluna ereta, causando dores. Use sapato baixo e tome banhos quentes para aliviar as dores.

20ª semana

O bebê nesta semana mede cerca de 16 cm e pesa 260g.
Forma-se uma secreção das glândulas sebáceas sobre a pele, o vernix, que tem a função de proteger a pele do feto que está imersa no líquido amniótico.
O sistema nervoso está mais complexo e os cinco sentidos do bebê estão desenvolvidos. O segundo exame ultrassonográfico, se possível com avaliação morfológica, deve ser realizado entre 18 e 24 semanas, para se avaliar o crescimento fetal, identificar as estruturas do feto e determinar o sexo fetal.
Nesse período de gestação, o útero está na altura do umbigo. Roupas leves e confortáveis devem ser usadas. Entramos na metade da sua gravidez.




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