SÃO TANTAS EMOÇÕES...

RECÉM NASCIDA

Dizem que tamanho não é documento, mas com 57cm minha pequena ocupa um grande espaço na rotina da família. Com poucos dias de vida, ela deixou bem claro quando quer se alimentar ou dormir.

OS PRIMEIROS DIAS
A rotina da minha princesa  não poderia ser mais doce, acorda só uma vez a noite. Pena que meu leite não durou muito tempo, foi secando...E para saciar o apetite da pequena tive que introduzir a mamadeira.

O PRIMEIRO MÊS

Quanto choro. Fica difícil de saber quando é fome, troca de fralda, ou se são as inconvenientes cólicas. E quando o choro é estridente e contínuo acompanhado de um movimento intenso das perninhas. Eis um sinal de que o bebê está sofrendo com cólicas, um desconforto pra lá de comum, principalmente nos três primeiros meses de vida. Os médicos ainda não sabem exatamente quais são as causas, mas desconfiam do excesso de gases provocado pela fermentação do leite. Para aliviar o incômodo, aconselhável esquentar a barriga da criança com uma fralda aquecida pelo ferro de passar ou com uma bolsa de água morna.

O SEGUNDO MÊS

Ela adora uma conversa! Não pense que quando alteramos o timbre da voz e nos expressamos de forma infantil e, às vezes, até mesmo embaraçosa, tipo: “Quem é meu fofiiiinho?”, “Vem cááá coisiiiinha maaaais liiiinda” é um comportamento bobo. Para alguns especialistas, essa linguagem é como se fosse um manual de instruções para que o bebê adquira a habilidade da fala. Pesquisas mostram que os pequenos não apenas preferem a linguagem infantilizada como também aprendem mais rápido com ela.
Quando falamos agudo, por exemplo, prendemos a atenção dos pequenos. A entonação exagerada e cantada, alternando sons fortes e suaves, e o esticar das vogais ajudam a criançada a compreender as variações da língua e as separações entre as palavras.

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